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Kim Jong-un receia que o Diabrete Skulltore apareça em Singapura!

Kim Jong-un tem receio que o Diabrete Skulltore apareça no seu encontro com Trampas, ou pior, que o próprio Trampas seja o Diabrete Skulltore, ou pior ainda, que o Diabrete Skulltore seja o Trampas, ou pior pior ainda, que a mulher da limpeza que irá mudar os lençois no seu quarto de hotel seja o Diabrete Skulltore, ou pior pior pior pior ainda, que o prato de tremoços que pediu para lhe ser servido ao pequeno-almoço traga o Diabrete Skulltore escondido no seu interior…

Duas fontes próximas das negociações entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, ou seja, dois arrumadores de carros que habitualmente ajudam a estacionar carros na Praça do Município em Braga, ali mesmo junto à Câmara Municipal, revelaram ao Correio da Madrugada que Kim Jong-un tem receio que, de alguma forma inimaginável, o Diabrete Skulltore surja no seu ‘ meeting ‘ com Donald Trampas naquele local onde se bebe Sangria Pura, ou seja, Singapura.

Kim Jong-un apoiado numa teoria da omnipresencia do bicharoco infernal saída da mente brilhante dos membros da Associação da Terra Plana, os quais, igualmente acreditam piamente sem ir à pia que o nosso Planeta é plano graças à intervenção do Diabrete Skulltore que nos dias da concepção planetária terá recorrido a um rolo da massa para aplanar o globo, Kim teme a sua presença no seu encontro com Donald Trampas marcado para 12 de Junho.

“Kim está extremamente receoso, tendo constantes ataques de pânico e ansiedade, com a ideia de dar com cara nos chifres do Diabrete”, confidenciaram os ditos bufos. A viagem para Singapura levará o líder norte-coreano através de inter-rail com um cartão jovem para viajar gratuitamente em comboio, cartão este fornecido pelo governo português em 1995 ao pai do mesmo, isto para o ponto mais longe que algumas vez esteve do seu país, desde que visitou Varg dos Burzum na prisão na Noruega em 2004.

Embora o encontro tenha sido cancelado por Trampas com o mesmo receio, essa posição manteve-se durante poucos dias. O anúncio oficial foi divulgado à uns dias atrás através de uma porta-voz do Governo americano enquanto participava no programa Preço Certo na RTP e a qual afirmou que a Casa Branca está mais que preparada para a solene data tendo sido já iniciada a construção de um muro. Um lindo, grande e brilhante muro em torno do local do ‘ meeting ‘ dos dois amigos.

Segundo vários orgãos informativos, este temor de Kim Jong-un já não vem de agora. Há muito que o líder norte-coreano tem receio de ser confrontado com o Diabrete Skulltore, até mesmo no seu próprio país motivo pelo qual frequentemente usa fraldas para a incontinência. As preocupações de Kim podem ter sido ainda acentuadas após um perito em meteorologia ter declarado que o clima planetário tem estado num ritmo de mudança diabólico.

 

Texto transmitido como flash informativo fictício
nas emissões do S.O.S. METAL RADIO SHOW
(mais textos na Secção DEVANEIOS deste site).
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LEGACY OF CYNTHIA no S.O.S.

Banda formada em 2010, os LEGACY OF CYNTHIA são naturais de Sintra, e combinam diversas influências, bem como diferentes estilos de música, dentro da cena metal e não só.

Em 2011, a banda editou o EP de estreia, intitulado “VOYAGE”, que recebeu da crítica o melhor dos acolhimentos.

O novo PROMO CD está já diponível. Com o título de “II”, caracteriza-se como sendo o segundo capítulo da vida da banda.

Os LEGACY OF CYNTHIA sobreviveram à passagem pelo S.O.S. METAL RADIO SHOW, e juntam-se a nós na conversa que segue.

Os Legacy Of Cynthia iniciaram a sua história, enquanto banda, em 2010. Neste percurso, tão curto, haverá, com certeza, histórias para partilhar com o público. Proponho que comecemos por aqui; apresenta-nos a banda e conta-nos um pouco da sua história.

Ora bem os Legacy of Cynthia são uma banda alternativa que conjuga o metal com as mais variadas influências de todos os seus elemento e quase sem excepção de todos os estilos de música, somos uma banda recente de finais de 2010 com 6 elementos que espalham o caos um pouco por onde tocam, tentando que quem vê os nossos espectáculos sinta um misto de  sentimentos, se é  que me faço entender.

Enquanto banda, certamente, sofreram a influência de outras bandas. Sabe-se, através do que vocês disponibilizaram no Facebook, que sofreram influências de bandas de «dentro e de fora do metal». Queres falar-me destas influências?

As influências são completamente díspares, pois todos os elementos quase sem excepção vêm de backgrounds musicais completamente diferentes, sejam elas bandas antigas ou mesmo o som que ouvimos em casa e que alimenta a nossa alma. Posso-te dizer que desde os Beastie boys, ao Johnny Cash passando pelos Metallica, dando um salto aos Korn e acabando nos Moonspell, sem esquecer o grande Bob Marley, todas estas bandas e mais fazem parte das nossas vidas e da nossa banda pois nem que seja numa “bridge” ou num ou outro detalhe pelo menos, na nossa cabeça, elas estão lá a rir-se para nós.

 

O momento da edição do EP de estreia “Voyage” terá sido o momento mais importante da banda. Queres falar-me um pouco de como tudo se processou, proporcionando a todos um flashbak temporal, e quais os momentos mais marcantes após a edição do “Voyage”.

A edição do “voyage” poderá talvez ter sido um dos momentos mais importantes, pois provou a nós próprios que sem grandes recursos e só e apenas com a nossa força e vontade interior conseguíamos fazer algo que nos dava a todos muito prazer, isso transparece no ep, que prima talvez por uma melancolia com espaços de “power” que era algo que todos sentíamos na altura. Reflecte as nossas vivências e o nosso estado de espirito da altura.

 

Nesta altura, está já disponível o novo promo CD, intitulado “II”, mais um capítulo do vosso percurso. Conta-nos como tudo foi acontecendo, falando-nos do processo de composição de “II”.

O nosso novo trabalho é quase como que um trailer para o que aí vem, quando lançarmos o nosso primeiro álbum de longa duração para o fim do ano. Este promo cd é um trabalho mais directo, mais confiante onde durante o processo de composição começamos a sentir maior liberdade para expormos todas as nossas ideias e tentarmos fazer algo, ainda mais nosso, mais a ver connosco,  que nos faça mexer física e emocionalmente. Temos outros temas que irão fazer parte do nosso álbum e que foram compostos nessa altura e que são sem dúvida uma, esperamos, agradável surpresa para desvendar mais tarde.

Entre estes dois títulos residem, naturalmente, algumas diferenças, não obstante o curto espaço de tempo que os medeia. Neste sentido, peço-te que nos fales um pouco sobre as principais diferenças entre os dois registos.

A diferença para o “II” penso que se prende com um som mais directo, algo com que as pessoas se possam relacionar mais directamente, com que mais pessoas se possam identificar, algo mais “sing along” que sabe bem ouvir a qualquer hora do dia ou até no duche. É ao mesmo tempo uma música de desconforto, de acção, de tristeza também, parece que tudo muda a cada audição consoante o estado de espirito da altura. Mantém toda a nossa personalidade sonora agora talvez não tão melancólica e sim mais enérgica, mais visceral.

O “voyage” é talvez um pouco mais intimista, mais rebuscado, como que transporta as pessoas numa viagem para um “mundo” muito próprio de cada um, é uma música de conforto ou desconforto consoante o estado de espirito de cada um aquando da audição. Orgulhamo-nos do nosso ep de estreia por essa mesma razão. É algo mágico quando consegues alienar um ouvinte e fazê-lo sentir algo, seja depressão, viagem, calma… Isso é super! Ainda hoje isso me acontece quando ouço o “voyage” com “olhos de ouvir” J

Como te sentes sendo músico da banda e, ao mesmo tempo, o editor do novo trabalho?

Sinto muito prazer e orgulho também. A possibilidade de ter produzido o nosso novo cd, foi um voto de confiança de todos os membros no meu trabalho, e algo que, apesar de fazer profissionalmente para todos os que me procuram, com empenho a 200%, digamos que com esta nuance meio gótica alternativa ainda não tinha feito.

Achas essa posição proporciona vantagens notórias, sendo que és conhecedor do interesse da banda, ou terá sido resultado de uma necessidade, impedindo-vos de trabalhar com alguém de fora, podendo este acrescentar coisas novas à música que conceberam?

Proporciona sem dúvida algumas vantagens tal como essa que enumeraste, bem como o facto de saber também o tipo de sonoridade pretendida por todos. Sou produtor já há alguns anos e o meu principal objectivo sempre, é fazer com que a música tenha alma, sentimento, seja ele qual for, que transmita algo ao ouvinte, independentemente do estilo musical é sempre algo muito visceral que tem de vir cá de dentro. Muitas vezes o mais difícil é conseguir quebrar o gelo pôr as pessoas à vontade, para serem elas próprias, para transmitirem via música o que lhes ia na alma quando a criaram. Quando isso acontece é mágico! Obviamente sendo a minha banda, no que toca ao estar à vontade e sem pressão isso já acontecia, agora a parte visceral de nos libertarmos totalmente em conjunto é que ainda não. Esta foi uma primeira etapa, para vencermos os preconceitos e afastarmo-nos da música estilo “lego” que é o conceito de gravação que infelizmente reina entre nós. Os músicos (os de Legacy of Cynthia não foram uma total excepção) parecem que já estão preparados e que já só sabem lidar e gravar com automatismos e truques de corte e costura. É péssimo que assim seja e pelo menos em Legacy sei que esse já não é o caminho, que outros horizontes se abriram, e outra força se levantou. Só por isso estou grato por ter feito este trabalho e estou ansioso que o próximo chegue pois isso será ainda mais notório. No entanto como é óbvio seria óptimo, sem dúvida, um par de ouvidos extra, fresquinhos, que não conhecem o nosso som, pois eu sou suspeito, existem sempre ideias e nuances que escapam quando o produtor faz parte das músicas e da banda. Numa próxima esse é um objectivo, bem como deitar cá para fora em cd tudo, mas tudo, o que vai na alma.

 

Confesso que não tenho qualquer tipo de conhecimento no que a produções de álbuns diz respeito. No entanto, como se foi processando o trabalho da banda, no processo de gravação e consequente mistura de “II”, no Fingerprint Music Studio. Como foi participar, duplamente, por dentro da concepção do novo promo CD?

Foi óptimo. Quando começámos a trabalhar no “II” vieram-me à cabeça e à de todos, o percurso do nosso passado musical desde jovens adolescentes. São coisas que fazem parte da nossa vida e que nos vão sempre acompanhar nestas lides. Penso que isso se reflecte também um pouco na produção e no porquê do “II” soar assim. Hoje em dia a cena metal moderna soa toda igual, a mesma bateria, o mesmo tom de guitarra, as mesmas vozes, como que tudo parece pré-formatado o que a mim me irrita um pouco, perdeu-se a identidade e a dinâmica a nível sonoro. Todos na banda concordam comigo, e tentámos tanto na composição como na gravação que o cd ecoasse a coisas do tempo que já lá vai mas com algo mais analógico, mais único.

Após a gravação e mistura, o registo foi enviado para o The Grand Masters Áudio, para ser masterizado por David Eley. Como chegaram até ele? O que foi que vos motivou a trabalhar com o David?

Eu vivi e estudei em Manchester no reino unido durante 6 anos, e o David é um amigo de longa data, super mega profissional, e com um dedo mágico muito próprio para masterizações. Toda a sua formação foi feita com base na masterização e os seus vários trabalhos falam por si. As suas influências pessoais centram-se muito na cena de finais de 80 início de 90. Os seus trabalhos trazem um certo toque vintage muito bom, que foi sem dúvida a principal razão que nos levou a procurá-lo para este e quem sabe também para o nosso próximo novo trabalho. Ele acredita nos mesmos princípios que enumerei anteriormente, e é sem dúvida gratificante que te entendam e que tentem também ajudar a conseguir algo como uma peça única.

A partir do momento em que encontram o vosso trabalho disponível, certamente que desejam promovê-lo, mostrá-lo ao vosso público. O que é que está programado para esta nova etapa; a etapa da promoção do CD?

Estamos neste momento com datas ao vivo marcadas, a próxima é já no próximo sábado dia 12 de Maio no Morgana Fest aqui em Sintra. Tentamos sempre ter o maior número possível de datas, pois o que mais prazer nos dá enquanto elementos de banda é tocar ao vivo, perder as estribeiras e rockar sem limites como se não existisse amanha. A tertúlia dos sem juízo!

Nesta altura está difícil agendar datas em número suficiente para levamos o nosso “circo” a todos! Tentamos participar em rádios boas como a vossa J, e iremos brevemente marcar uma data para actuarmos no curto circuito da Sic Radical.

Está na calha também brevemente realizarmos o nosso primeiro vídeo da “Frozen” que terá um toque hollywoodesco, assim o esperamos, e que sem dúvida será um marco na banda e um grande impulsionador a levar o nosso nome o mais longe possível.

 

Como é que surgiram as ideias para a Cover Art de ambos os trabalhos? Confesso que sou apreciador da capa do primeiro EP. A de “II” é mais directa, mais crua, mais despida. O que está na base da concepção destes trabalhos gráficos?

Desde já obrigado pelo elogio, eu próprio também gosto imenso da capa do “voyage”, penso que reflecte o que lá está dentro. Nesta nova capa do “II” acontece exactamente o mesmo, pois tal como a capa o som também nos remete para ela, despida crua com espinhos e voltas sem fim J. Todo o trabalho gráfico é executado pelo OZ o nosso guitarrista, que é mestre da guitarra e das artes gráficas, ele executa com o seu cunho pessoal as ideias que todos discutimos nos ensaios, e nas conversas até de madrugada.

 

O que é ser Legacy Of Cynthia?

Ser Legacy of Cynthia é ser português, teimoso, sonhador com gana de viver, gritar e agitar toda a gente. É ser parte de um movimento que nos une a todos, o metal. É dizer presente e nunca olhar para trás.

Os Legacy Of Cynthia estão a partir de Sintra para o resto do país. De certa forma, todos pensarão que seria positivo partir de Sintra para o mundo. Uma espécie de sonho tornado realidade. Como vês estas possibilidades? Como olhas para a cena do Metal em Portugal?

Impossible is nothing, haja saúde. Difícil é, muito mesmo! Ganas não faltam nem dedicação, com a ajuda de todos, alimentamos a nossa alma e vamos em frente sem parar nem que seja até ao abismo J. A cena do Metal em Portugal está viva, sempre esteve, sempre marginalizada e desrespeitada um pouco por quem acha que está acima do povo, das pessoas, do pessoal que faz do metal um (quase) estilo de vida. Existe o que é possível existir sem apoios de quase ninguém, apenas do pessoal da cena que resiste e faz as coisas com amor e dedicação. O problema são os “padrinhos” os “supra-sumos” dinossauros da música em Portugal que são e serão até ao dia da sua morte os grandes responsáveis pelo estado da música em Portugal, da indústria discográfica e do não aproveitamento das inúmeras bandas de qualidade que existem no nosso país.

Para quem quiser adquirir este novo trabalho, “II”, qual é o procedimento que deve respeitar-se? Como comprar este CD. Onde encontrá-lo?

Este cd não está à venda. É grátis para todos que o quiserem e tiverem gosto e curiosidade em nos ouvir. Para além de ser uma promo com 2 temas é também sem hipocrisia uma “prenda” a todos. Basta ir a um dos nossos espectáculos e pedir! É com todo o gosto que o fazemos, mais dinheiro houvesse mais coisas faríamos.

Podem entrar em contacto connosco através da web, seja no Facebook, Myspace ou através do nosso correio electrónico onde nos podem contactar, para toda e qualquer desventura e que é legacyofcynthia@gmail.com.

 

Em jeito de finalização, pedia-te que nos deixasses alguma mensagem sobre algo que não te questionei. Remete-nos, por favor, as tuas considerações finais.

A mensagem que eu quero deixar é a de um bem-haja a ti e a todos vós que fazem um trabalho de muito muito valor, que só pode agradar a todos os que gostam, cuidam e vivem a música!

 

 

LEGACY OF CYNTHIA

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